Quando a marca vira o nome do produto

Gillette, Kodak, Rímel, Maizena. Quantas dessas marcas vieram à sua cabeça não como marcas, mas como o próprio nome do produto que elas representam? “Passa o rímel”, “compra uma maizena”, “tira uma foto com a Kodak” — em algum momento, essas empresas deixaram de ser apenas fabricantes de um produto e passaram a ser sinônimo dele.

Marcas que não se destacam das concorrentes patinam no mesmo lugar

O mercado está cada vez mais parecido consigo mesmo. Essa frase, que poderia soar como exagero, descreve bem o que tem acontecido em boa parte dos setores nos últimos anos: os feeds, os sites, as campanhas e até os discursos de marca começaram a se repetir de um jeito quase indistinguível.

O que gera conexão emocional com os clientes?

Existe uma estatística que circula bastante no mundo do marketing e que, mesmo repetida à exaustão, ainda impressiona: estudos de neuromarketing associados à Harvard Business School apontam que cerca de 95% das decisões de compra acontecem primeiro no campo emocional.

Rebranding não é só trocar o logotipo

Toda vez que uma marca anuncia um rebranding, a reação mais comum do público é comentar sobre a nova logo, a nova paleta de cores, a nova tipografia. É natural.

O que faz um branding realmente impactar o crescimento das empresas

Vários post-its coloridos com anotações de negócios, com destaque para um post-it central exibindo a ilustração de um foguete. À esquerda, o texto: O que faz um branding realmente impactar o crescimento das empresas.

Há uma diferença fundamental entre o crescimento que simplesmente acontece e aquele que a intenção constrói. O primeiro depende de circunstâncias variáveis, como um bom produto no momento certo ou uma campanha que performou além do esperado. Embora esse modelo seja real, ele é extremamente frágil, pois pode ou não se repetir no futuro. Por […]